Que alguien me escuche

Posted in General with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 25 agosto 2013 by naturalezaunderground
Anuncios

La Revolución empieza en el corazón

Posted in General with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 25 agosto 2013 by naturalezaunderground

La Revolución empieza en el korazón…caminemos juntos !!!

Entrevistando a Dies Mortem-Bolivia

Posted in ENTREVISTA with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , on 23 agosto 2013 by naturalezaunderground

Na maioria das questões que sempre vêm para uma banda, nós queremos saber as intenções do coração de quem está por trás desse projeto de vida, neste caso, eu tenho a grande honra de entrevistar fundador Jorge Tapia banda Grindcore DIES MORTEN. Então convido você a desfrutar deste interessante diálogo, juntos, vamos enriquecer a nossa fé.

DIES MORTEM IN ACTION

DIES MORTEM IN ACTION

Conte-nos um pouco mais das informações já existentes no Facebook, sobre a banda, o que quer DIES MORTEN?

Dar testemunho de que Jesus não é religião e desmascarar o sistema religioso, político e econômoco que aprisiona o homem atual.

Como você explica essa sinergia entre Jesus e o grindcore, porque para algumas pessoas, ainda hoje isto continua a ser incompreensível.

O grindcore provem do punk/hardcore, então as letras sempre seram contra alguma coisa. Jesus era um revolucionário e o grindcore o som é perfeito e me faz lembrar do SENHOR em sua cruz, sua carne sendo dilacerada e sangrando dando a sua vida para todos.

Alguna detalhe específico en tu vida que te levu a se concientizar sobre Jesus Cristo?

Só posso dizer que o Espirito Santo me concientizou do pecado em minha vida e desde então creio em Jesus Cristo o Nazareno.

Como é sua caminhada diária com DEUS?

Procuro depender Dele a cada dia, é isto que eu posso dizer.

Alguns adeptos do Metal e em geral da música extrema, crescem sinceramente envolvidos com o que entendemos por uma espécie de familia e a abraçam com sinceridade. Como vê esta experiência quando se trata de fazer Ekklesia e de crescer com a família da fé?

É difícil, pois sempre haverá pessoas com intereses individuais e não se importam em ferir, separar, romper e desfazer, etc, etc…para sair com ela. Há headbangers cristão que não abandonam a sua religião e querem se parecer com uma denominação tradicional mas com certos headbangers coloridos. Isso não parece, porque no final, o molde ainda é o mesmo e vai continuar cometendo os mesmos erros e atrocidades. Acho que devemos deixar a vida congregação seguir seu fluxo, fazer algo novo, onde não há um único líder, mas como nas primeiras congregações descritos na Bíblia, começando pelos mais velhos e re-presentes, e fazer com que cada irmão uma pedra viver no prédio, tomando cuidado uns dos outros, é complicado até agora, mas será em breve. Isto, sim é ekklesia….

Pessoalmente, gosto do som da sua banda, eu me lembro de adorar com alegria de coração durante a realização de um evento aqui (Equador). como você vive essa experiência cada vez que você pisa no palco?

Sempre um pouco nervoso, mas confiante de que o Senhor está à frente é da nossa bandeira. Dando o melhor e tentar desfrutar ao máximo do que fazemos.

Como muitos de nós que tiveram a estranha frustração do legalismo religioso, como foi sua batalha interna contra isso?

Muito forte. As congregações tradicionais primeiro te aceitam, a sua expectativa é que você vai mudar, mas quando não faz você, começam a mostrar-lhe passagens Bíblia para te assediar, obviamente, fora de contexto, dando-lhe tarefas que exigem uma aparência limpa. Aos poucos, você começa a perceber que você não se encaixa. Irmãos pobres que sucumbem a este tipo de assédio. E é frustrante perceber que você não pode mudar o pensamento dos irmãos, e é doloroso perceber que é uma instituição imersa na religiosidade e na superstição….

É evidente que o fato de que procuramos fazer a vontade de Deus acima da nossa própria, neste sentido, como você vê o Cenário espanhol no avanço dessa conquista no reino Underground?

Há muitas desta bandas consciente e partem trabalhando e dando tudo de si na estrada para pagar as suas passegens e viajar longas distâncias, deixando família e tudo mais. Alguns são equipamentos e instrumentos muito caro, mas basta vir, acredito que a chamada que sinto é muito forte. Por outro lado existem os rockstars que querem tudo pago, hotel, passagem de avião. Este rockstars só tem acesso a mega congregações mas nunca serão melhores do que os que estão com o verdadeiro povo. Eu não estou criticando ninguém, que cada um tire o a palha de seu próprio olho, mas eu convido você a pensar sobre isto. Porque o chamdo do SENHOR engrandece a nossa Cena e para mim é o verdadeiro Underground. Nós estamos vivendo o verdadeiro underground e para que isto cresça devemos abrir nossas portas para os irmãos que venham com as suas bandas, organizar eventos, divulgar as informações de suas bandas, deixar a mentalidade de rockstars e estarmos cientes de nós somos servos do Altíssimo e que queremos ( devemos) fazer ( buscar) é o seu Reino. Eu acredito que um problema dento do cristianismo latinoamericano é o elitismo, quando fazemos algum evento só pensamos em nossa congregação e os “infieis sujos” por vir.
Claro mentalidade “evangélica” é que todos não se reúnem aqui são pecadores e fazemos eventos de alcançar, mas nos esquecemos do fato de que Deus tem apenas uma igreja. Agora eu me pergunto, quando se organiza eventos por que não compartilhar com todos os irmãos de metal? porque eles competem para os perdidos?

Terá de olhar para dentro de nós mesmos e ver se as nossas intenções são para fazer a vontade de Deus e peço novamente se fazer a vontade de Deus, onde estou edificação mútua? Ou apenas o seu nome é a igreja? Ou você acha que Deus vai ser responsabilizado pelo incrédulo, e não o irmão que não construir?…Bom, são muitas as perguntas que eu tenho na mente , mas quero concluir dizendo que o Underground Latinoamericano está crescendo.

Expandindo o Reino de Deus

Expandindo o Reino de Deus

Em sua opinião única e pessoal, o que responderia a uma pessoa que contestasse a cerca dos benefícios de ouvir Metal com espiração Critã?

O benefício seria a música de pessoas que têm as mesmas lutas que eu, certeza de edificar minha vida, e que de qualquer um.

Em todas as áreas da vida há muitos paradigmas que precisamos derrubar para atingir nossas metas, o que você acha que são os paradigmas que DIES MORTEM este interezado destruir?

Na religião, o próprio sistema de administração do evangelho, pelo culto e tudo que é meu ritual vai além do “evangelitruchos” aceitar a minha música e meus gostos musicais. O DIES MORTEM está à procura de uma nova reforma e é com isso no derrubar todo o exército paradigmas G12 hahahahahaha.

HAHAHAHA … concordo totalmente camarada!

Eu imagino que muitos de nós gostaríamos de saber qual é a passagem favorita das Escrituras nas quais você confia em tempos difíceis. Tem alguma em particular?

Há muitas, em primeiro as que tenho em minhas tatuagens.

Jorge o que significa par ati ser um seguidor de JESUS?
Buscar e fazer a vontade de DEUS.

Eu tive a oportunidade de entrevistar muitos camaradas de metal também são seguidores do Mestre, e embora possa parecer estranho eu descobri que suas esposas não são tão de acordo com esta filosofia de vida. E muitas vezes é como custo, dobro esforço. Queria nos dar a sua opinião?

Eu sou um daqueles camaradas, minha esposa não gosta de metal. Isso é difícil encontrar meninas com o mesmo gosto musical, portanto, ter diferentes gostos musicais nos ajuda a implementar o nosso amor, paciência e respeito um pelo outro, aceitando e valorizando. Mas para aqueles que são abençoados por ter um parceiro com um gosto para o metal cultivá-la e dar muito amor.

Tenho, claro, nem todos estão conscientes desta rugido metálico, muitas vezes tenho visto alguns líderes da igreja menosprezar o movimento do Espírito Santo por não entender ou talvez porque somos uma minoria e não um nicho atraente para seus esforços. Honestamente o que você diz sobre tudo isso?

Sempre digo isto: as congregações evangélicas nunca vão aceitar os Headbangers porque o Metal não se vende, não é comercial, não se troca. Quem você pensam que vão colocar na prota para te receber , alguém de cabelo comprido, de preto, com taxas na ruopa, o que as pessoas vão pensar? É por isso que colocam gente de aspecto digerível nas portas dos prédios das congregações, mas o pastor não come, não pagam a electricidade, água e quem sabe o quê mais.

Quantas vezes eu vi pastores ou irmãos repreender o espírito do nosso movimento. Eu dizia como podem fazer isto se a palavra diz: “quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado”, porque você sabe como repreensão mentiroso e enganador dizer tantas outras coisas….

Eu tive que colocar isso com muita dor no meu coração, não porque ele não aceitá-lo para fazer a blasfêmia contra o Espírito, mas Deus me mostrou que Ele está à frente e do que será, que não precisava defendê-lo, Ele pode se defenderá. Só nós, os seres humanos têm o privilégio de se tornarem filhos de Deus para ser parte da Igreja, e através desta exercer nossos dons para edificação mútua e o funcionamento do mesmo.

A Bíblia nossa regra de fé e conduta

A Bíblia nossa regra de fé e conduta

Voltando um pouco para a música, como você vê DIES MORTEM daqui a 5 anos?

Se Deus quiser mais álbuns, novos passeios, talvez novos membros.

É interessante como muitas das nossas bandas favoritas marcaramo a adolescência, no caso de DIES MORTEM quais são as suas influências?

No meu caso, bandas como Slayer, Cannibal Corpse, Carcass, Dying Fetus, Gorefest, Brutal Truth, Napalm Death, SOB, Terrorizer, Extreme noise terror, depois também ouviu Mortification.

Você usa a mesma guitarra com frequencia, lguma marca específica?

Eu tenho uma guitarra Kramer EMG 81 que é o meu grande companheiro, eu tenho outra feita por um Luthier boliviano feita de madeira da bolivia EMG 81. Eu gosto muito das guitarras BC Rich e Dean desde que sejam em forma de V e tenho uma Floyd.

Você vai continuar como um projeto paralelo definitivamente solo ou como uma banda?

Aqui é muito difícil conseguir músicos que gostem deste estilo e sejam crentes no SENHOR JESUS, dessa forma no momento vou seguir sozinho.

As vezes a inreverência é um protesto necessário, Você classificaria as letras do DIES MORTEM estão gritando de quem ou para o quê?

Quem tem ouvidos para ouvir. Para quem gosta de bom grindcore.

Muitos agora somos filhos neste ambiente, nós não só cresceu, mas também as responsabilidades aumentaram. Em alguns imaturidade ainda os tem escravizado e vivendo endeusando bandas , cds, eventos, etc. como a mais importante. Do seu ponto de vista do pai e marido queria dar um comentário?

Como crentes no Senhor Jesus, devemos sempre cuidar de nós não fazermos ídolos. Quando a banda ou evento estão acima de nosso Senhor e seu chamado deve rejeitar, se arrepender e voltar para o caminho à vontade do Pai. Estar no caminho para a vontade do Pai, ou melhor estar na vontade do Pai, livrai-nos de cair na idolatria e do pecado. Porque o nosso amor para o reino de Deus não vai deixar que nada nos afaste de nossos objetivos.

Algumas palavras finais para nossos leitores?

Que DEUS cuide de vocês e os gurade, e muito obrigado por levar em conta a minha humilde banda.

Worship Metal Extreme

Worship Metal Extreme

Foi muito importante esse tempo eo que temos sido capazes de resgatar nestas poucas linhas, às vezes penso que falta um livro para reunir as história de luta contra o sistema de cada camarada Underground falando para exaltar acima de tudo a fidelidade do Pai no meio de cada experiência, às vezes amarga.

* “Soli Deo Gloria”

Written by Koheleth Pereira

Tradução: Joseph Gledson

Entrevistando a Dies Mortem-Bolivia

Posted in ENTREVISTA with tags , , , , , , , , , , , , , , , , on 22 junio 2013 by naturalezaunderground

Entrevistando a Dies Morten-Bolivia

A más de las preguntas que siempre se hacen a una banda, keremos konocer las intenciones del korazón de kien está detrás de este proyecto de vida, en este caso tengo el grato honor de entrevistar a Jorge Tapia fundador de la banda de Grindcore DIES MORTEM Así ke te invito a ke juntos disfrutemos este interesante diálogo ke nos permitirá enrikecer nuestra fe.

DIES MORTEM EN ACCION

DIES MORTEM EN ACCION

– Platíkanos un poko, a más de la info ke ya hay en  Facebook, de la banda,  que kiere DIES MORTEN?

Dar testimonio de que Jesús  no es religión y desenmascarar el sistema religioso, político y económico que aprisiona al hombre actual.

-Komo  explikas esta sinergia entre el grindcore y Jesús, pues para algunas personas hasta la actualidad sigue siendo inkomprensible.

El grindcore proviene del hardcorepunk, entonces  las letras siempre serán en contra de algo, Jesús era un revolucionario el grindcore le va perfecto y el sonido desgarrador me recuerda al Señor en la cruz, su carne lacerada y sangrante dando su vida por todos.

– Alguna detalle específiko en tu vida ke te llevó a koncientizarte sobre Kristo?

Solo te puedo decir que el Espíritu Santo me hizo consiente del pecado en mi vida y desde ese momento creo en Jesús de Nazareth es el Cristo.

– Komo es tu caminar diario con Dios?

Trato de depender de El cada día es lo que te puedo decir.

– Algunos seguidores del metal y en general de la músika extrema krecimos involukrándonos sinceramente kon lo ke entendíamos era una especie de familia y la abrazamos kon sinceridad, komo ves esta experiencia cuando se trata de hacer Ekklesía y krecer kon la familia de la fe?

Es difícil porque siempre habrá gente con intereses personales y no les importara herir, romper, separar, deshacer, etc, etc… para salirse con la suya. Hay cristianos metaleros que no dejan su religiosidad y quieren parecer una denominación tradicional pero con ciertos tintes metaleros. Eso no me parece porque al final el molde sigue siendo el mismo y se seguirán cometiendo los mismos errores y atrocidades. Yo creo que debemos dejar que la vida de la congregación fluya,  hacer algo nuevo donde no haya un solo líder sino como en las primeras congregaciones descritas en la biblia,  comenzar por los ancianos y volver a los dones, y hacer de cada hermano una piedra viva en la edificación, cuidándonos mutuamente,  es complicado por ahora pero así será muy pronto. Eso si será ekklesía.

– En lo personal me gusta el sonido de tu banda, recuerdo kon  alegría adorar efusivamente mientras ejecutaban en un evento  acá (ECUADOR).  Komo vives esta experiencia kada vez ke te subes a un escenario?

Siempre con un poco de nervios, pero confiados en que el Señor va por delante él es nuestro estandarte. Dando lo mejor y tratando de disfrutar al máximo lo que hacemos.

-Al igual ke muchos de nosotros ke hemos tenido alguna ke otra frustración por el legalismo religioso, komo ha sido tu batalla interior kontra esto?

Muy fuerte.  Las congregaciones tradicionales primero te aceptan, su expectativa es que vas a cambiar pero cuando no lo haces empieza el acoso bíblico mostrándote pasajes, obviamente sacados de contexto,  dándote tareas que requieren de una apariencia pulcra. De a poco te vas dando cuenta de que no encajas. Pobres los hermanos que sucumben a este tipo de acoso. Y es frustrante darte cuenta de que no puedes cambiar la forma de pensar de los hermanos, y es doloroso darte cuenta que es una institución sumergida en la religiosidad y la superstición.

– Esta claro el hecho ke perseguimos hacer la voluntad de Dios por encima de la nuestra, en este sentido komo ves el escenario hispano en el avance de esta konkista en el reino underground?

Hay bandas muy consientes de esto se parten el lomo trabajando y dando todo de sí en las giras hasta pagan sus pasajes y recorren largas distancias dejando familia y todo.  Algunos tienen mucho equipo e instrumentos caros pero igual llegan, yo creo que el llamado que sienten es bien fuerte.

Por otro lado también existe el rockstar que quiere todo pagado, hotel, pasaje de avión. A estos rockstars solo tienen acceso las mega congregaciones pero nunca serán mejores que los que están con el verdadero pueblo, no estoy criticando a nadie que cada quien mire la paja de su ojo. Pero los invito a razonar un poco acerca de esto.

Porque este llamado del Señor engrandece nuestra escena que para mí es el verdadero underground. Nosotros estamos y vivimos en el verdadero underground y para que esto crezca debemos abrir nuestras puertas a los hermanos que vendrán con sus bandas, organizar eventos, difundir información de sus bandas, dejar la mentalidad de rockstars y ser consientes de que somos siervos del altísimo y que queremos (debemos) hacer (buscar) su reino. Yo creo que un problema dentro del cristianismo evangélico latinoamericano es el elitismo, cuando hacemos algún evento solo pensamos en nuestra congregación  y en los “sucios inconversos” que vendrán.

Claro la mentalidad “evangeloca” es que todos los que no congregan aquí son pecadores así que hacemos eventos para alcanzarlos, pero olvidamos la realidad de que Dios tiene una sola iglesia. Ahora yo me pregunto cuándo se organiza eventos  por qué no compartimos con todos los hermanos del metal? porque competimos por el inconverso?

Habrá que buscar en nuestro interior y ver si nuestras intenciones son hacer la voluntad de Dios y vuelvo a preguntar si hacemos la voluntad de Dios donde quedo la edificación mutua? O solo tu denominación es iglesia? O crees que Dios te pedirá cuentas por el inconverso y no por el hermano a quien no edificaste?

Bueno son muchas preguntas que tengo en la mente pero quiero concluir esta  diciéndote que el Underground Cristiano Latinoamericano está creciendo.

EXPANDIENDO EL REINO DE DIOS

EXPANDIENDO EL REINO DE DIOS

– En tu opinión únika y personal, ke le kontestarías a una persona si te inkiriera acerca de cual es el beneficio de escuchar metal de inspiración cristiana?

El beneficio seria el escuchar música de gente que tiene las mismas luchas que yo, seguro que edificara mi vida, y la de cualquiera.

– En todos los ámbitos de la vida hay muchos paradigmas ke derribar para lograr las metas fijadas, kuales krees ke son los paradigmas  ke DIES MORTEM esta interezado  en destruir?

En lo religioso el sistema mismo de administrar el evangelio, el culto y todo lo que sea ritualista lo mío va mas allá de que los “evangelitruchos” acepten mis gustos musicales o mi música. Dies Mortem esta en busca de una nueva reforma y eso es como derribar todo en ejercito G12 de paradigmas jajajajajaja.

JAJAJAJAJA…totalmente deakuerdo kamarada!

– Imagino ke a muchos nos gustaría saber kual es ese pasaje preferido de las eskrituras en el ke te apoyas en los momentos dificiles. Tienes alguno en especial?

Hay muchos primero los que tengo en mis tatuajes

– Jorge ke significa para ti ser un seguidor de Jesús?

Buscar y  hacer la voluntad de Dios.

– He tenido la oportunidad de entrevistar a muchos kamaradas del metal ke también son seguidores del Maestro y aunke pudiera parecer extraño he hallado ke sus esposas no están tan de akuerdo kon esta filosofía de vida. Y a menudo es komo doble kosto, doble esfuerzo kisieras regalarnos tu opinión al respecto?

Soy uno de esos camaradas, a mi cónyugue no le gusta el metal. Aquí es difícil encontrar chicas con los mismos gustos musicales, así que el tener diferentes gustos musicales nos ayuda a poner en práctica nuestro amor, paciencia y respeto del uno por el otro aceptándonos  y  valorándonos. Pero a los que tienen la bendición de tener una pareja  con gusto por el metal cuídenla y den mucho amor.

– Tengo klaro ke no todos estamos konscientes de este rugido metálico, a menudo he visto algunos líderes de iglesias menospreciar este mover del Espíritu Santo por no entenderlo talvez o porke somos una minoría y no representa un nicho atrayente para sus esfuerzos. Honestamente ke te dice todo esto?

Siempre dije esto: “las congregaciones evangelocas nunca van a aceptar metaleros porque el metal no vende, no es comercial o que piensas que te van a poner de ujier  en la puerta con pelo largo, de negro, con tachas, que van a pensar las personas, por esto es que ponen gente de aspecto digerible en las puertas de los edificios congregacionales para vender sino el pastor no come, no se paga la luz, el agua y quien sabe que mas”.

Cuantas veces he visto a pastores o hermanos reprender al Espíritu de  nuestro movimiento. Yo decía como pueden hacer esto si en la palabra dice: “cualquiera que blasfemare en contra del Espíritu Santo no tiene perdón”, por que vos sabes cómo reprenden le dicen engañador mentiroso y tantas otras cosas.

Yo he tenido que aguantar esto con gran dolor en mi corazón no porque no aceptaban lo que hacía sino por haber hecho blasfemar en contra del Espíritu, pero Dios me mostró que El está por delante y el será el que hará, por que El no necesita defensor El puede defenderse. Solo nosotros los humanos tenemos el privilegio de ser hechos hijos de Dios para ser parte de su Iglesia, y mediante esta ejercer nuestros dones para edificación mutua y el buen funcionamiento de la misma.

La Biblia, nuestra norma de fe y konducta

La Biblia, nuestra norma de fe y konducta

– Retomando un poco lo musikal, komo ves a DIES MORTEM digamos de aki a 5 años?

Dios mediante con más discos, nuevas giras, tal vez nuevos integrantes.

– Es interesante komo muchas bandas preferidas de nuestra adolescencia nos MARCARON, en el caso de DIES MORTEM kuales son estas influencias?

En mi caso bandas como: Slayer, Cannibal corpse, Carcass, Dying fetus, Gorefest, Brutal truth, Napalm Death, S.O.B., Terrorizer, Extreme noise terror, después también escuché Mortification.

– Usas la misma guitarra kon frecuencia, alguna marka en especial?

Tengo una guitarra Kramer con una pastilla EMG 81 esa es mi gran compañera y tengo otra hecha por un lutier Boliviano con madera boliviana esta tiene 2 pastillas EMG 81  en el puente y en el brazo una 85 y después me gustan mucho las guitarras BC Rich y  Dean siempre y cuando sean en forma de V y tengan Floyd.

– Te kedarás komo un side proyect o definitivamente kompactarás komo banda?

Aquí es muy difícil conseguir músicos que gusten de este estilo y sean creyentes del Señor Jesús a sí que por el momento seguiré solitario.

– A veces la irreverencia es una protesta necesaria, kalificarías ke las letras krudas de DIES MORTEM están gritando a voz en kuello a ke o a kien?

A todo el que tenga oídos para escuchar. A aquel que le gusta el buen grindcore.

– Muchos ya nos somos niños en este ambiente, no solo hemos krecido sino también las responsabilidades han aumentado. En algunos la inmadurez todavía los tiene esklavizados y viven endiosando bandas, cds, eventos , etc. komo lo mas importante. Desde tu punto de vista de padre y esposo kisieras darnos algún komentario?

Como creyentes en el señor Jesús debemos tener siempre cuidado de no hacernos ídolos. Cuando la banda o el evento están por encima de nuestro Señor y su llamado debemos rechazar, arrepentirnos y retomar el camino hacia la voluntad del padre.

El estar en camino hacia la voluntad del Padre o mejor dicho estar en la voluntad del Padre, nos libra de caer en idolatría y pecado. Porque nuestro amor por el reino de Dios no dejará que nada nos aleje de nuestros objetivos.

– Algunas palabras finales para nuestro lectores?

Que Dios siempre los cuide y los guarde, muchas gracias por tomar en cuenta mi humilde banda.

Worship Metal Extreme

Worship Metal Extreme

Ha sido tan importante este tiempo y lo ke hemos podido reskatar en estas pokas lineas, a veces pienso ke, hace falta un libro para reunir la historia de lucha kontrasistema de kada kamarada underground hispanohablante para exaltar sobre toda kosa la fidelidad del Padre en medio de kada experiencia, amarga muchas veces. Solo nos keda renokoncer el inkalculable valor y estima ke Kristo nos tiene para kontinuar siendo leales a El en medio de toda cirkunstancia.

* “Soli Deo Gloria”

Written by Koheleth Pereira L.

Entrevista Daniel Vega – The White Metal Show

Posted in ENTREVISTA with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 13 junio 2013 by naturalezaunderground

Siempre es bueno disfrutar la kompañía amistosa de akellos ke poko a poco dan mas de si mismos y se convierten en un referente y porke no decirlo en líderes de opinión dentro de la escena hispanohablante del metal en esta parte del globo.

En esta ocasión me es muy grato kompartirles algunas lineas de lo ke fue la entrevista con Daniel Vega a kien esperamos tenerlo muy pronto en Ecuador.

Daniel Vega - White Metal Show

Daniel Vega – White Metal Show

– Saludos Daniel ke bueno tenerte en nuestro blog, formando parte también de esta familia mediática, referencial y formativa.

Siempre es un placer el poder compartir con hermanos en la fe y más cuando se comparte de esta pasión tan grande como lo es el rock y metal, y será un placer para mi estar por allá en Ecuador tan pronto como nuestro Señor me lo permita.

– Daniel te sientes joven?

Siempre he pensado que aun cuando se tengan 90 años si se tiene un alma jovial seguirás pensando que eres joven, en febrero alcancé los 28 años y aun siento que soy un adolescente, y quiero seguir pensando que soy uno por mucho más tiempo, aun cuando obviamente enfrento esta vida con toda la seriedad del caso, por ratos me gusta el avivar sentimiento explosivo de la juventud y que mejor manera de hacerlo por medio adorando a Dios con buena música.

– Komo fue ke te involucraste con el metal?

Desde joven he sido admirador de bandas como Stryper, Whitecross, Vox Dei y recuerdo otra que se llamaba Hombres de Fuego aquí en Costa Rica, pero fue hasta hace unos 4 años cuando mi hermano Jonathan decidió iniciar una banda llamada TRONO, yo empecé a colaborar con los eventos de organización de la banda al punto en que el día de hoy soy el organizador oficial y participo como evangelista en los eventos que lo amerite. Me fascina la música Rock y Metal en especial la música melódica, tengo que reconocerlo, como lo son el Heavy Metal, el Power Metal, las baladas Rock y que más decir del Metal Progresivo o del Sinfónico.

Hace 6 meses como en enero mi amigo Jonathan Chacón me invito a participar de un programa de radio donde el se encargaría del aspecto técnico y yo sería el locutor del programa, la idea me pareció genial, le comente a otro amigo y ex-profesor de universidad llamado Gustavo Martínez y creamos lo que hoy llamamos nuestro sueño The White Metal Show. Un programa donde llevamos la palabra de ánimo y de salvación a  todo aquel que le guste el Rock y el Metal sin acepción de credo ni estado espiritual, comunicando del amor de Dios sin religión, inspirados por un Dios vivo.

Trono Band

Trono Band

– Ejecutas algún instrumento?

En mi adolescencia intenté aprender a tocar la batería, y aún cuando aprendí algunas cosas nunca puse la atención necesaria, pues estaba más enfocado en el liderazgo juvenil y en la organización de campamentos y demás cosas, creo que era al plan de Dios para mí no insertarme de cabeza en la música pero si enfocarme más en el planeamiento y la logística así como de la predicación y el aprendizaje de la palabra para llevar el mensaje de amor y salvación.

– Tus bandas preferidas?

Tengo muchas, entre las más sobresalientes Stryper, Whitecross, Rob Rock, Narnia, Golden resurection, Menahem y en español Vox Dei y Logos.

– Algún pasatiempo favorito?

Me gusta hacer deporte, por supuesto mejenguear como le  decimos en Costa Rica a los partidos de fútbol entre amigos, además me gusta la pesca, desde niño practicaba ambas cosas con mi padre y aún lo hacemos de vez en cuando, así que lo considero una herencia familiar.

De pesca con papá...

De pesca con papá…

– Ke pasa kon los fans del metal de hoy?

Que buena pregunta, te voy a contar que en el ambiente costarricense estamos creciendo cada vez más, Costa Rica es muy conservadora.  Le cuesta cambiar y entender las cosas nuevas y diferentes, en especial la iglesia cristiana (organización humana) te cuento que por acá hasta ahora en algunas iglesias, no muchas, se empieza a tolerar géneros tan excelentes como el Metal y el Rock , y lo triste de eso aunque suena algo positivo es que años atrás muchos jóvenes con ideas y gustos inclinados al metal fueron rechazados y tristemente lanzados fuera.

Creo que hoy en día al existir más que luchamos por seguir creciendo en esto muchos se sienten apoyados y empezamos a abrir un sendero en medio de la religiosidad de tiempos anteriores. No digo que ya hayamos ganado la batalla pero si tenemos mucho adelantos y cada vez nos abrimos a más necesitados utilizando nuestro talento para dos grandes fines, uno complacer el alma con los sonidos más perfectos y otro para llevar el mensaje de salvación a otros por medio de lo que ya hoy consideramos muchos como alabanza al Dios verdadero.

– Komo ves la situación de esta generación actual  frente a los desafíos ke tiene ke enfrentar y a su posición como cuerpo de Xto en la tierra?

Estamos en un tiempo de cambio, llenos de muchos genero y desafíos, y al referirme a esto no digo que sólo exista el Metal, si muchas más personas explotaran sus gustos y sus talentos para la obra del ministerio más personas conocerían de la salvación de Jesucristo. Pero al ser religiosos en las iglesias y creer que solamente existe la alabanza y la adoración como se ha practicado por años, nos limitamos solo a los que disfrutan de la rutinaria manera de hacer las cosas. Creo en lo que menciona la Biblia en Romanos 12 en los versículos 1 y 2  “Por lo tanto, hermanos, os ruego por las misericordias de Dios que presentéis vuestros cuerpos como sacrificio vivo, santo, agradable a Dios, que es vuestro verdadero culto. No os conforméis a este mundo, sino transformaos por medio de la renovación de vuestro entendimiento, para que comprobéis cuál es la buena voluntad de Dios, agradable y perfecta.” y ¿qué significa todo eso? muy fácil aunque no siempre está a la vista del que no lo quiere ver, la iglesia actual necesita renovar su forma de hacerlas cosas, si un Metalero presenta su vida en santidad viviendo dignamente, ama Dios y le sirve con música. ¿Quién es el hombre para que lo juzgue? aún más cuando ese metalero puede convertirse en puente para que otros que hablan en su mismo idioma musical.

– Siempre se dice ke cuando se trata de movilizarse hacia las misiones siempre hay algo ke apasiona el korazón del hombre, en tu caso cual es ese fuego ke te enciende?

Desde niño el recuerdo más claro que tengo en mi mente es mi padre sirviéndole a Dios predicando, es más recuerdo muchas noches cuando después de un servicio en la iglesia cansado de caminar, mi padre me montaba en sus hombros porque yo estaba casi dormido, así que desde niño fui influenciado por el servicio a Dios y siempre he sentido un llamado muy fuerte a servir, algo para lo que creo nací especialmente. Dios me ha hablado muchas veces y me ha contado acerca de su plan el cual yo creía que se iba a realizar mucho más antes en mi adolescencia, pero que hoy en día empieza a dar nacimiento. Así que creo que es algo innato. Mi madre dice que ella me puso mi nombre porque dijo que iba a ser un siervo de Dios y creo esa palabra hasta el día de Dios.

– Mientras hacemos un ejercicio intelectual rekordando a Saulo de Tarso y su experiencia en el kamino a Damasco, platíkanos, komo fue tu encuentro kon Dios?

Hermano es una placer decirte que antes de tener conciencia ya conocía a Dios, mi padre antes de casarse con mi madre era ateo y él era algo escéptico para creer en un Dios, por el plan de Dios conoce a mi madre y Dios lo confrontó con su salvación y lo llama a servirle, así que a los meses de convertido en los 80’s empieza a predicar y a ser grandemente usado, momento en el que yo nazco y a pesar de que siempre he conocido a Dios todos los días tengo que encontrarme con Él. En ocasiones nos apartamos de Dios pero Él nunca se aparta de nosotros, siempre espera que nos humillemos y le permitamos amarnos y abrazarnos de misericordia.

– Es muy común señalar nuestro encuentro kon Cristo komo el punto de partida de un estilo de vida LITERALMENTE revolucionario, kual ha sido el kosto de esta milicia en tu vida hasta aki, hasta este mismo instante?

Definitivamente día a día vivimos una guerra y como lo dice la palabra solo los valientes los atrevidos arrebatamos el Reino. Una vida en santidad no es nada sencilla, hay que pagar un costo un derecho y hay que sacrificar nuestra propia vida. Recuerdo las palabras de Jesús “Si alguno quiere venir en pos de mí, niéguese a sí mismo, tome su cruz y sígame” eso no es nada fácil, decir no al pecado y la tentación muchas veces es muy pero muy difícil, pero hemos entendido que hay una recompensa mas allá de esta vida, un lugar donde Dios nos va a pagar por cada uno de esos sacrificios hechos aquí en la tierra y por esa razón he decido seguir a Cristo todos los días de mi vida como un esclavo por decisión propia a su servicio.

– Komo te ves, digamos, de aki a 5 años?

Mira en 5 años espero que la banda en la que participo como organizador pueda consolidarse como una de las mejores bandas en Costa Rica y fuera de ella, además espero visitar algunos de los países en Latino-américa consolidando el ministerio que Dios ha puesto sobre mí, apoyando a todas esas personas incomprendidas por los religiosos, además de seguir expandiendo el mensaje de Dios con mi programa de radio por Internet y redes sociales de una manera más impactante.

– A propósito de la integridad, como va esa vida de hogar?

Vivir un matrimonio dice mi hermano Jonathan “es como una Batería” tiene su lado negativo y tiene su lado positivo, vivir en pareja es un gran reto de comprensión y de tolerancia entre pareja y entre padres e hijos, ese balance solo se encuentra cuando ponemos a Dios en medio de nuestro hogar, pero también están eso momentos de felicidad como el nacimiento de los bebés y los logros y éxitos de pareja que cada vez te consolidan más. Esos detalles que te hacen amar cada vez más a tu esposa e hijos.

En mi caso estoy casado desde muy joven y junto con mi esposa hemos pasado altibajos los cuales seguimos venciendo con la ayuda de Dios y estoy seguro que todas las parejas del mundo las sufren, además tenemos una hija que nos da mucho orgullo y felicidad cada día. Sin importar nuestras diferencias.

Soy amante del rock y mi esposa no lo es, tratamos de complementarnos y dar lo mejor de nosotros para agradar a Dios y hacer de nuestro un hogar un templo más de adoración al Dios verdadero a Jesús nuestro Salvador.

– En esta lucha diaria de enfrentarnos a la parálisis de nuestra voluntad, ke has sentido kon respecto a la Voluntad de Dios…hacia donde te está movilizando?

Creo que Dios me está impulsando hacia el trabajo misionero, a veces pasan cosas que uno no entiende, hace unos meses comenzamos nuestro programa de rock para simplemente pasárselo a nuestros amigos en Puntarenas-Costa Rica y hoy en día es escuchado en toda Latino-américa y además tengo reportes de audiencia en Europa.

Por media de las redes sociales, todos los días tengo comunicación con personas de muchos países diferentes y sé que ese es el plan de Dios. A veces charlo con alguien que está interesado en el programa en Argentina, a veces doy consejos a personas en México o Panamá, y hasta en ocasiones recibo bandas interesadas en participar en nuestro programa desde Estados Unidos o inclusive desde Suecia y entonces recuerdo una frase tuya hermano  “Dios es chévere”.

– Sin duda alguna hay muchas cosas ke rondan nuestras mentes pero, kuáles son tus prioridades?

Mi prioridad más grande sin duda es mi familia, además es muy importante cuidar de mi trabajo. Algún religioso diría pero no es Dios tu principal prioridad. La Biblia, dice de que le vale al hombre ganar al mundo si perdiere su alma, de que me vale a mi ganar a todo Costa Rica para el Cristo si pierdo mi familia. Obviamente invierto mucho de mi tiempo para servirle a Dios y darle sacrificio de alabanza y adoración viva y agradable.

– Honestamente estamos claros ke hay muchas tentaciones a las ke nos enfrentamos, pero kuales krees tú ke serían a las ke nos enfrentamos komo fans del metal?

Sin duda la tentación de todo metalero es la música, y no te voy a decir que las bandas seculares no sean muy buenas musicalmente, pero muchas de ellas por buenas que sean ofenden a nuestro Dios y a nuestras creencias lo cual contrista al Espíritu Santo que como lo dice la palabra vive en nosotros, además el ambiente metal secular es un ambiente lleno de drogas y de alcohol, así que exponerse a esas tentaciones es como jugar con fuego y no saber manipularlo, tarde o temprano te podrías quemar.

– Muchos eskritores hablan acerca de los juguetes del korazón humano, desde tu experiencia kuáles son esas distracciones a las ke nos enfrentamos en la aktualidad?

La tecnología aun cuando es una gran bendición para los que la saben utilizar, pero al mismo tiempo puede ser una gran atadura que nos puede separar de Dios. Al igual que nos sirve para evangelizar y puede ser un instrumento de salvación, puede de servir para pecar y apartarnos de Dios al mirar pornografía o alguna otra actividad no digna. Así que todo me es lícito pero obviamente no todo me conviene, debemos aprender a utilizarla con responsabilidad.

– Has pensado en realizar  un viaje misionero por Sudamérica, digamos proyektos en mente para el futuro?

Actualmente tengo una invitación a Ecuador, pero la idea es ir por tierra y visitar Panamá y Colombia también, para mí sería un placer poder conocer esos países y poder llevar la palabra de Dios y ánimo a muchas personas. Creo que Dios me está motivando a levantar siervos de Dios avivando sus espíritus a levantar la voz y empezar construir la casa como cuando el profeta Ageo habló al gobernador y al sumo sacerdote, y al ser motivados avivaron a todo un pueblo y la casa fue llena nuevamente.

Además tengo una invitación a Los Estados Unidos en el estado de Florida, los pastores James y Marylin Roy los cuales tienen un ministerio llamado Inspire Ministries vinieron a Costa Rica en febrero de este año y me han invitado a asistir por allá y visitar algunas iglesias de latinos en el área.

– El tiempo a veces es ingrato y la vida pasa muy a prisa, digamos ke, komo kisieras ser rekordado?

En mi epitafio quiero la inscripción  el AMIGO DE DIOS, pero siempre quiero ser recordado como alguien quien otorgo oportunidades y dio la mano al que la necesitaba. Quiero ser lo que nadie me ha concedido aquí en Costa Rica un promotor de oportunidades para nuevos ministerios.

– Ke te parece si te digo algunas palabras y me kontestas lo ke primero te venga a la mente, ok?

Adelante, a ver que sale…

Metal: Es el mejor de los géneros musicales y el medio que Dios me dio para llevar las buenas nuevas de salvación.

Jesús: Mi maestro, salvación, vida eterna, mi luz, mi pan, mi modelo y sobretodo mi Rey y Salvador.

Sudamérica: Historia, raíces, un pueblo trabajador.

Motocicleta: mi instrumento, mi des-estrés.

Tatuajes & piercings: una forma de expresarse aun cuando yo no los uso.

Amistad: una de las alianzas humanas más poderosas

Sacrificio: Jesús.

Comida: un placer.

Costa Rica: Pura vida, mi hogar, una bendición.

– Antes de despedirnos, algunas palabras finales para nuestros lectores?

Siempre me gusta decirle a las personas que hay esperanza, y más cuando es de la mano de Dios, si tu no conoces a Jesús como tu verdadero Salvador, te invito a vivir lo que millones de personas en el mundo ya vivimos, una vida con dificultades por supuesto, pero con la ayuda de un Dios bueno que tiene cuidado de nosotros.

Es fácil sólo dile que te acepte, que perdone tus pecados y Él, que es justo y bueno para perdonarnos hoy mismo será más que feliz en aceptarte como su hijo.

A mi hermano Koheleth te digo muchas gracias por la oportunidad de dar a conocer mi vida y mis proyectos. Dios tiene muchas bendiciones para ti. Adelante hermano que la bendición viene no te detengas.

Un abrazo fraterno a la distancia kamarada y ke tus sueños Dios te los konceda!

In action....

In action….

Entrevistando a Juan Esteban Londoño

Posted in ENTREVISTA with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 12 junio 2013 by naturalezaunderground

DSC_0423

Hola Juan Esteban, ke chévere saludarte y enkontrarnos a travez de este medio para platikar un poco acerca de las kosas ke nos gustan, a decir de estos atuendos, músika, underground y Jesús…

Hola. Muchas gracias por la invitación. Si, cosas que nos gustan.

– Juan Esteban, te sientes joven?

Por supuesto. Acabo de cumplir treinta y uno. Para lo que hago apenas soy un niño. En el mundo del pensamiento, la literatura, la filosofía y la teología, las grandes obras surgen alrededor de los cincuenta años, o más. Las personas que admiro, por lo general, sobrepasan los cincuenta. Y siempre me acerco a ellas con timidez y respeto. Por esto, me siento apenas empezando…

-Ke bién…eso es bueno!…

…Detrás de las paredes ke suelen ser komo nuestro klaustro autoimpuesto, ke piensas, kon ke sueñas?

No sé si soñar. Me gusta más la imagen de los árboles y las plantas. Sencillamente están ahí, alimentándose de la tierra, sin esperar nada. Me interesa la tranquilidad del alma, la imperturbabilidad, como lo llamaban los estoicos; la plenitud, como la llamaba San Pablo.

– Interesante!…

…existe algo ke te enoje?

Me enojan las actitudes serviles. Creo en los méritos, pero no en la burocracia. No me gusta cuando se trata de escalar peldaños a través de amistades o de la influencia. Creo que grandes talentos humanos se han perdido en las calles porque otros, que se esforzaron menos, ocuparon sus lugares debido a la burocracia. Me duele mucho ver personas con grandes capacidades hechas a un lado, cuando podrían estar dando grandes aportes a la humanidad.

– Saltar de vivir komo en el kascaron y enfrentarse a los desafíos de la vida como tal, trae una cierta metamorfosis, desde los ke abrazamos el metal komo un estilo de vida, regalanos alguna experiencia en tu vivencia hacia la madurez.

Yo provengo del ámbito cristiano. Allí se habla mucho de la conversión, y se piensa que existe solamente una conversión. Pero, con el paso del tiempo, me he dado cuenta que uno tiene diferentes conversiones. La esencia del universo es el cambio. Y nosotros somos criaturas que pertenecemos a esta tierra. Por esto, en diferentes etapas tenemos encuentros que nos transforman. Cuando tenía quince años, me encontré con un discurso que decía: “o te entregas a Cristo (con determinada eclesiología), o te vas al infierno”. Por el momento que estaba viviendo, eso me salvó. Mis amigos, que no siguieron ese camino, se consumieron en su propio infierno. Se cumplió la profecía. Y esa simbólica extremista me ayudó muchísimo. Esa fue una conversión. Después, cuando tenía dieciocho, entré a estudiar teología, y comprendí que muchas cosas que creemos que dice la Biblia, no las dice, o deben interpretarse de otras formas; entonces tuve otra conversión. Luego, cuando viajé por Ecuador y Perú, y me encontré con la realidad de la gente que sufre, con los pueblos indígenas y afro, con la injusticia y la presencia de las multinacionales, tuve otra conversión en favor de las personas maltratadas. Y así, sucesivamente, he tenido varios “caminos de Damasco”, que me han ayudado a orientarme en diferentes situaciones.

– Atacan mi mente muchas kosas ke kisiera preguntarte… Ke tal el dulce sabor de labios de la músika, tengo entendido que eres el vocalista de la banda Aggelos…

Sí, llegué a Aggelos casi por accidente. Mi esposa es la co-fundadora de la banda. Yo estuve al inicio como ayudante, cargando los instrumentos, organizando el sonido, acompañándolos en conciertos. Cuando grabaron el primer Demo, hice algunas voces afuera del estudio, por hacer chiste, y los miembros de la banda me invitaron a cantar con ellos. Acepté la propuesta, y el debut fue junto a la banda Masacre, de teloneros. Ya te imaginarás lo asustado y crudo que estaba para entonces. Pero ha sido una experiencia de crecimiento personal y musical, y una manera de comunicarme con la gente. Al comienzo, mi participación fue poca. De hecho, en el álbum Mantos Purpúreos, hay solamente algunas letras mías, como en partes de Dormitar, Cruel Silencio, Labii Reatum y Mantos. Pero con el paso del tiempo, nos hemos compenetrado más y hemos hallado un equilibrio entre el aporte poético y el musical.

376952_418283924896234_1384193205_n

– Al hablar de metal hay muchos libros ke se podrían eskribir, pero acerkándonos a la experiencia de la fe se podría decir ke los amantes del metal se hallan centrados en el fanatismo mas ke una fe honesta…?

Yo conozco todo tipo de metaleros cristianos. Desde los más abiertos y liberales, hasta los más fundamentalistas. Cuando estuve en Costa Rica, conocí un movimiento muy interesante, llamado Luz Forastera. Encontré grandes amigos, con formación teológica, sociológica o incluso administrativa. Muchos de ellos, muy buenos músicos. Tuvimos unas interesantes discusiones acerca del papel de la fe, del cristianismo, de la iglesia, de la política. Incluso grabé un trabajo musical con uno de ellos, David Ramírez, un Álbum que se llama “El Gran Divorcio. Tributo a C.S. Lewis”. La banda se llama Oyarsa. Y fue una experiencia muy abierta e interesante, tratando de pensar esta  novela del escritor británico desde nuestra realidad latinoamericana.

Cuando estuve en Europa, pude ver cómo se organizaban los conciertos con bandas cristianas y no cristianas juntas. Cuando estuve en el Brainstorm Fest, en Holanda, tocó Sinbreed. Yo estaba fascinado porque los músicos acompañantes eran los de Blind Guardian, y yo soy fan de esta banda. Allá se pudo compartir libremente entre cristianos y no cristianos, sin prejuicios y sin dogmas. Porque definitivamente hay cristianos que juzgan y actúan como no-cristianos. Y hay no-cristianos que tienen mucho que enseñarnos a nosotros los cristianos. Por esto no debemos apresurarnos a emitir juicios.

De la misma forma, cuando fui a Noruega, al Nordic Fest, me encontré con que el festival se realizaba en un bar. Había público cristiano y no cristiano. Y muchas de las cosas que aquí se pueden llamar “mundanas”, allá son completamente normales. Lo digo, especialmente, porque esto me hace pensar que yo no puedo llamar “cristiano” o “no cristiano” a lo que a mí me gusta o no. Hay que respetar las experiencias de espiritualidad que tiene la gente, y uno no puede juzgar la espiritualidad de otro. Hay que mirar primero la viga que uno tiene en el ojo, antes de mirar la paja del hermano, que tal vez ni siquiera le moleste para ver.

– En palabras simples, según tu experiencia, ke debe hacer un amante del metal kuando recibe esta certeza de kerer caminar kon Dios?

Sencillamente, caminar. Como dice el poema de Antonio Machado, interpretado por Serrat: “Caminante, no hay camino, se hace camino al andar”. Van a ocurrir cosas inesperadas. No se promete nada. Nos puede pasar lo que le pasó a José: ser vendido a Egipto. O a Job, o a María Magdalena. O podemos vivir tranquila y sosegadamente. La vida sigue siendo muy compleja, pero toma sentido cuando encontramos ese llamado divino. Y entonces podemos llamar “Tú” a esa vitalidad del universo que todo lo contiene, y percibimos que ella se interesa por nosotros.

– Similar ke las tragedias, los éxodos o el tráfiko de seres humanos, a veces así de kruda es la realidad de kienes viven solos “sin perro kien les ladre”, ke deberían hacer las “Ekklesías” para abrazar a estas “almas metálikas”…?

La relación con las iglesias siempre va a ser difícil. Cuando uno estudia la historia del cristianismo, se da cuenta que no existe ninguna iglesia que siga fielmente las enseñanzas del movimiento de Jesús. Siempre hay interferencias. Y se necesita que haya personas, más que instituciones, que se comprometan con ese mensaje. Hay gente que se siente muy bien en las iglesias históricas, como luteranas, metodistas o católicas, y esto les hace bien para su espiritualidad. Otras personas están más cómodas en las iglesias evangélicas o las pentecostales. Otras deciden comprometerse con las iglesias emergentes, que no exigen un formato determinado, sino que se adecúan a los contextos  y se permiten ciertas libertades (más de forma que de contenido, lastimosamente). Y hay otras personas, por diferentes motivos, que no encajan en ningún lugar de estos, pero hacen “Ekklesía”, asamblea, comunidad, con la gente de su barrio, o en sus casas, o en distintos lugares, y en los ámbitos menos inesperados se encuentran con la verdad de ese texto que dice: “donde hay dos o tres reunidos en mi nombre –no en el de la iglesia-, allí estaré yo”.

– Latinoamerika por mucho tiempo fue mirada komo tierra de nadie, sakeada y vulnerada. Krees ke hay alguna relación entre la resistencia al sistema (neoliberalismo, la lógika del capital, etc..) forjada en el underground kon este surgimiento de mentes y Korazones despiertos a la revelación Divina?

Albert Camus, al hablar del hombre rebelde, incluía también a Jesús de Nazaret. Jesús fue una persona que no se dejó atrapar por el discurso del poder romano. En las tentaciones, resistió al poder y la admiración de “este mundo”, que era el imperio romano, el cual había adquirido todo a través de la violencia. Ni tampoco se dejó seducir por la aristocracia del templo judío, que se había convertido en un bunker para no escuchar la voz profética.

Jesús estuvo siempre al margen del sistema, y a partir de ese margen reunió a las personas más excluidas de la sociedad para formar una nueva sociedad. Fue asesinado por el imperio romano, y murió como morían los insurrectos, como Espartaco. Murió crucificado. En ese sentido, en las raíces del evangelio está la rebelión frente a los sistemas políticos, económicos e incluso religiosos.

El problema es cuando esos sistemas intentan domesticar la imagen de Jesús y hacerlo parte del sistema. Ahora la llamada teología de la prosperidad pretende mostrar a un Jesús capitalista. El catolicismo español lo mostró alguna vez como el Jesús conquistador, la cruz y la espada. Y muchas iglesias quieren mostrar al Jesús callado y sumiso, que trata de quedar bien con todo el mundo. Pero si uno lee con cuidado los evangelios, se da cuenta que seguir a Jesús implica más que ir a una iglesia y mencionar su nombre: “no todo el que me diga Señor, Señor, entrará al reino de Dios”.

– Pensaba un poko en akel gentío, ese del ke komúnmente se dice “la voz del pueblo es la voz de Dios”,  gritando ke soltasen a Barrabás en lugar de Jesús y me asusta kuan manipulables pueden ser las masas…parodiando un poko…¿a las masas metálikas ke las está seduciendo en este ahora?

No sé, hay metaleros para todo. Hay unos que está entregados al poder, al reconocimiento. Hacen lo que sea por un aplauso o la admiración. Hay otros dedicados al pensamiento, leyendo, escribiendo, estudiando, enseñando. Hay otros dedicados al arte, componiendo, creando. Hay otros que son simplemente seguidores, que siguen las modas del momento, que van a todos los conciertos como si fuera una cultura simplemente fashion.

A los metaleros les gusta leer mucho a Nietzsche. Me gustaría entonces que aplicaran la enseñanza del Zaratustra: compañeros de camino busca el creador, y no seguidores o creyentes. En este sentido, deben dejar de ser masa, y convertirse en individuos. Aprender a ser rebeldes.

Y en cuanto a los metaleros cristianos, a veces es triste verlos vestidos de negro, diciendo ser guerreros, y asintiendo a todo lo que dicen los líderes espirituales de renombre y fama, sin cuestionar, como si fueran borregos del rebaño. Muchos individuos o grupos metaleros cristianos tratan de salvar “el buen testimonio” y “someterse a la autoridad”, y con ello sacrifican la libertad que otorga el evangelio. Tratan de ceñirse a iglesias o asociaciones de pastores, y lo que hacen es castrar el pensamiento. Creo que la sospecha es una gran enseñanza. Lo mismo la ironía. Debemos aprender a examinarlo y cuestionarlo todo, como dijo San Pablo. A poner en duda a los propios líderes religiosos, cuando hablan cosas que se alejan del mensaje liberador de Jesús. Hay que poner los ojos en Jesús, y seguirlo a él, no a las iglesias o a las instituciones.

– Busko y busko y no encuentro una razón “razonable” para alejarse de los amigos, a ke debes ke las komunidades de fe evangélika enseñan a los kamaradas a separarse de “lo mundano”, no es esto cenizas del Medioevo?

Hace un tiempo escribí un artículo titulado “La música y la esquizofrenia religiosa”. Destaco allí que el problema es el maniqueísmo: separar el mundo tajantemente entre el bien y el mal, y creer que la iglesia es el bien; y lo que está fuera de la iglesia, el mal.

Pero cuando uno mira con cuidado, y se da cuenta que dentro de las iglesias también hay mucho del mal: luchas de poder, sueldos altísimos en algunos pastores, despidos injustos de personas fieles, explotación de muchas personas en lo laboral, abusos, líderes que buscan beneficios. Es decir, son como los discípulos que le pidieron a Jesús sentarse a su derecha y a su izquierda, cuando estuviera en su gloria terrenal.

Mientras que fuera de las iglesias hay experiencias del bien muy notables: defensa de los derechos humanos, lucha por la restitución de tierras a los desplazados por la violencia, valoración de las culturas indígenas y afro. Muchos evangélicos piensan, por ejemplo, que los católicos son “malos”. Pero yo conozco a muchos católicos comprometidos con la vida de los demás y la justicia del reino. En Colombia, por ejemplo, conocí el caso de unas religiosas de la orden de la Madre Laura. Ellas trabajaban en las selvas con indígenas, enseñándoles y aprendiendo de ellos. Un día llegó un grupo armado a matar a los indígenas, acusándolos de haber vendido una comida a otro grupo armado enemigo. Los pusieron en fila, y los iban a matar. Pero entonces varias de estas monjas se interpusieron e hicieron una cadena humana y les dijeron a los hombres armados: “si ustedes van a matar a estos indígenas, entonces tienen que matarnos a nosotras primero, porque ellos son inocentes”. Y los matones se fueron. Inmediatamente recordé estas palabras del maestro: “no hay amor más grande que dar su vida por sus hermanos”. Por esto digo, el bien también está fuera de las paredes de nuestras iglesias. Y el mal también puede colarse dentro de ellas.

– Juan Esteban, gustas de algún deporte extremo?

Entre los quince y los veintidós años practiqué el Roller, patinaje extremo. Soy un amante de este deporte. Me gusta también ver el Skateboarding y el Downhill. Desde niño, quise practicar Motocross, pero es un deporte que requiere mucho dinero. Ahora monto en bicicleta, pero de manera menos extrema. Salgo con mis perros, ellos van detrás de la bicicleta. En otras ocasiones, realizo expediciones por las montañas. Aunque sigo amando la adrenalina.

– Entre tanto libro ke te akompaña, y te influye, no has reparado en eskribir alguno?

Bueno, ya he escrito uno llamado: “El nacimiento del liberador, un sueño mesiánico”. Lo pueden conseguir a través de Amazon. Un segundo libro saldrá pronto, titulado: “Para comprender el Nuevo Testamento”. También estoy terminando una novela.

– Kuál es la musa ke te inspira?

Creo que la disciplina. Hace mucho tiempo fui durante unos meses a una iglesia pentecostal (Cuadrangular), y un chico muy espiritual me dijo algo: cuando usted no tenga ganas de hacer algo positivo, hágalo, y verá que detrás hay una gran bendición. Este principio lo he practicado con todo: la música, la lectura, la escritura, el deporte, y siempre ha dado resultado. La disciplina con las cosas difíciles trae el enamoramiento, y cuando uno se enamora de algo ya no se separa de esto.

Además, algunas personas, animales y espacios. Naty, que ha estado conmigo siempre. Mis perros, que se sientan a mi lado cuando leo, escribo o canto. Mi casa, que es un lugar hermoso para pensar y crear. Y la gente que muestra su apoyo a una labor tan silenciosa como escribir y, paradójicamente, como cantar.

150848_167676319932779_730804_n

– Del viejo adagio sociólogiko sexo, drogas y rock´roll ya solo kedan recuerdos?

Sí, sólo recuerdos. y una buena canción de Joaquín Sabina que se llama “Más de cien mentiras”.

Bueno, depende por donde se le mire. El sexo hace que nos complementemos con el universo a través de nuestra compañera o compañero de camino, el esposo o la esposa, la pareja. El Rock n’ Roll siempre permanece, es la banda sonora de mi día. Y en cuanto a las drogas, no me gusta depender de nada. Pero hay ocasiones en que necesitamos de la sabiduría de las plantas medicinales para superar ciertas enfermedades o tramos difíciles de nuestras vidas.

– El sabroso olor a café ke hace mi esposa me está llamando, bebes kafé?

No. Antes bebía mucho. Pero lo dejé porque me hacía daño para el estómago. Ahora tomo té. Sé preparar unas infusiones muy buenas, con jengibre, miel, manzanilla, y otras plantas.

-mmm akello del jenjibre suena a una muy buena experiencia, lo intentaré algún día,

-alguna banda o estilo ke sea tu preferido?

Me gustan muchos géneros musicales: desde el Blues hasta el Metal, pasando por la música latinoamericana, el Latin Jazz, el Reggae y la llamada música clásica.

Por destacar, Extol. Es una banda que amo, y que me alegra mucho que se hayan vuelto a reunir. También Orphaned Land, por su interés de demostrar que personas de diferentes religiones podemos convivir pacíficamente, sin tener que agredirnos, ni tampoco mezclar lo que creemos. Immortal Souls es de las propuestas que últimamente más me han gustado. Haggard, que con su trabajo dedicado a Galileo Galilei rescata el valor del pensamiento y la filosofía. Blind Guardian y Therion, por inmiscuirse en las mitologías antiguas. Kraken, de Colombia, por rescatar nuestra identidad latinoamericana. Virgin Black, por saber separar la fe de la religión. Entre otras, de otros géneros, que considero que siempre me interpelan: Silvio Rodríguez, Bob Marley y Cultura Profética.

– “De poeta, músiko y loko todos tenemos un poko”…kompones algo de poesía ke vendría a ser komo el elemento faltante en esta ekuación?

Sí, he acabado hace poco un libro de poesía, que entregué a un escritor al que admiro mucho, para que revise el texto y me haga sugerencias.

Ahora estoy escribiendo bastante, con muchas influencias de la escritura oriental y mística. En esto tienen influencia el poeta colombiano José Manuel Arango y el argentino Hugo Mujica. Su poesía me hace pensar mucho en Dios y la fe, en la tierra y la realidad. Ahora me estoy orientando mucho más a la poesía, incluso, que a la música, sin dejar de lado esta. La palabra es el elemento creador del universo.

– Se dice ke los lektores somos kaminantes de otros mundos, se ajusta esto a tu vida?

Hay una historia que cuenta que el filósofo Tales de Mileto iba caminando mirando las estrellas. Por mirar al cielo, no vio un hueco bajo sus pies y se cayó al foso. Una sirvienta tracia que pasó por allí se burló de él. Lo irónico es que ella no vio que su propia vida siempre fue un foso.

Yo creo que los libros nos llevan a muchas partes: a Narnia, a la Tierra Media, a la China del siglo VII, a La Mancha. Pero también deben darnos la fuerza para retornar a nuestra propia realidad y enfrentarla.

– Kisiera ke me kontestaras lo ke primero te viene a la mente…

Sudamérika: nuestra casa, las raíces.

Underground: una opción que tomamos frente a la vida.

Tatuajes y perforaciones: los míos: Gandalf, Shemah Israel, Poietés, Madre Tierra.

Jesús: el hombre rebelde.

Violencia: el intento de imponer nuestro pensamiento a los demás.

Cerveza: un lejano recuerdo en mi paladar.

Metal: el temblor y rugido de la tierra.

Amistad: pocas pero constantes presencias.

Calles: (el asfalto) Medellín.

Fidelidad: la actitud de Dios frente a nosotros.

-Juan Esteban, antes de llegar al The End (larga vida a The Doors!) de esta entrevista, alguna puñalada letal (en sentido figurado) para nuestros lektores?

Una frase de una de las nuevas canciones de Aggelos, Higuera Seca:

“La extrañeza que nos rompe, el escándalo que nos invierte, es que la vitalidad del universo se manifieste en contracción con los sistemas. Un escándalo que se celebra en el circo oscuro de los más excluidos, y se envidia en la danza macabra de aquellos que ostentan el poder de lo sagrado para eliminar a quien afirma la vida. No. No quiero creer en un dios que para salvarse a sí mismo exija el sacrificio de sus hijos pequeños”.

-Kiero agradecerte por tu tiempo, la buena disposición a dejarnos konocer lo ke kruza por tu ser y por compartirnos el don ke el buen Dios te ha regalado …un abrazo!

 Gracias.

25219_102471923119886_4024795_n

 

 

ROCKTURANDO 26-MAYO-2013 English Version

Posted in CHRISTIANITY, CHURCH PLANTING, GOD, METAL MINISTRY, Rockturando, Underground, UNDERGROUND CHURCH with tags , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , on 7 junio 2013 by naturalezaunderground

seguir 2

We have to be smarter than the defeated serpent; It does not make sense to tag or classify people by the music they listen. The Metal Music is important for us (an obsession for some people) but it does not mean everything in our lives, at least it is not the most important thing. We also have children and we have to take care of them.

We have fallen into the enemy’s beautiful temptation and we have started to forget what is behind this person who listens to Metal Music. Usually this point of reference is misunderstood and that is what is leading them to attack the Christianity, but sincerely, just a few of them are against Jesus Christ. We have to learn to ask the correct questions regarding to this, because nobody wakes up in the morning and just decide to be against Jesus Christ or Satanist.

Where are we failing in our missionary task?

First: We are not living for God genuinely.

We want all our Metal Folks to follow God, but that is a fake faith, just a lie, just a fashion. Most of the times the emphasis is on the events (Concert and many other activities) and the people is forgotten. A different experience of life, healthy and praising the Lord is what we are looking for and not just simple “exchange of t-shirt”. In other words a living faith not just a institution as a church (following Jesus in a Institution), like a company or something similar.

Second: We are the first accusers of our brother in battle. 

It does not matter what is happening, do not even the worst of the heresies can origin not to love to our theological enemies. The rule of this situation is loving without pretense, because after a time we can see the fruits that God wants to give us. It is simple, if you disagree with the theological point of view of your brother you have to respect it anyway, clearing the situation by facing both the points of view and keep going.

The church (place where you follow Jesus in a community) must not be a place where we kill our warriors.

Third: We are a minority

We have to understand that. We are not the dominant culture and our underground philosophy does not please everyone. Therefore we have to realize that the world does not rotate around us, and that involves our emotional traumas, social, politic  and economic marginalization, denominational exclusion, and finally a huge underground living context. We were called to be loyal at all cost and without complaining.

Forth: We have to be original and transparent.

Living a life with Jesus Christ like that is what really encourage others to follow the Master, realizing that they are following the Son of God and not a demagogic and inquisitor religion with a human soul, that is a mafia that smells like death.

Do you remember when disciples went to Jesus?

John 1:39 – Come a see!

Following Jesus every day and discovering where and how He lives,  it should be our most important priority if we are really interested on this Metal Ministry.

This blog does not reject any Metal head, nor the metal that does not offend God or its principles. We comprehend the human uncertainty that lead us to this transition of keeping  away from Jesus. We are honestly committed with the goal of demonstrating the love of God in a practical way to every single person. We are convinced that the most important thing  for us is to have a relationship with God through Jesus Christ and in that way we will relate with everybody without  judging them. We are not perfect and therefore we do not offer magical answers, but we trust that together we can solve the problems  that are also affecting  us all  in the same way.

We want to be like Jesus, And we want to follow him close.

Written by Koheleth Pereira

Translated by Daniel Vega

https://www.facebook.com/Daniel.leo.vega

email: mr.vega85@gmail.com

http://www.whitemetalshow.tk/